NOTÍCIA

Indústria siderúrgica brasileira dá sinais de retomada

Economista do Bradesco Regina Helena Couto faz  balanço positivo do mercado siderúrgico brasileiro.

Após forte retração, a indústria siderúrgica brasileira começa apresentar sinais de retomada neste segundo trimestre de 2016. Essa recuperação tem se sustentado por uma combinação virtuosa entre avanço das exportações, principalmente para a América Latina (ex-Argentina), Ásia e Turquia – recuo das importações e, ainda, melhora dos principais segmentos demandantes de aço, também alavancados pelas exportações.

Nos últimos meses, a indústria de bens de capital, a de linha branca e a automotiva estão registrando avanço da produção, impulsionada pela ampliação das exportações, ainda que o consumo interno nesses segmentos continue enfraquecido. É o que diz a economista Regina Helena Couto Silva a Revista Brasil Siderurgia para mostrar os números do mercado Siderúrgico brasileiro na avaliação do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (DEPEC) do BRADESCO para eles o mercado doméstico deverá começar a reagir, embora ainda em ritmo lento, favorecendo a demanda interna por aço.

Pouco mais de um terço da capacidade total instalada para a produção global de aço está ocioso – o equivalente a 720 milhões de toneladas –, sendo que mais da metade disso está na China.

No Brasil apenas 30 milhões de toneladas de aço estão sendo usados na produção, o país tem capacidade para 50 milhões de toneladas, são quase 40% de ociosidade.

E para 2017, a projeção dos economistas do BRADESCO é que o impulso para o setor siderúrgico virá da demanda doméstica, ao contrário do que estamos observando neste ano.

E a estimativa é de melhora, mesmo que gradual, das vendas internas de veículos, de linha branca, de bens de capital e da construção civil, alavancados pela melhora da confiança. E a perspectiva tem número: ampliação de 4,3% do consumo aparente de aço em 2017. Contudo, ainda assim, eles prevê em que a ociosidade na siderurgia brasileira continuará em nível elevado, em torno de 36%.

Diante desse cenário, é natural, então, não se esperar a realização de investimentos no setor siderúrgico nacional no curto prazo, como resultado da elevada sobre oferta global de aço.

A previsão do DEPEC – BRADESCO é de que os custos da siderurgia deverão permanecer controlados, já que os preços do minério de ferro deverão seguir em torno do nível atual, podendo variar entre US$ 50 a US$ 55 a tonelada, sem tendência de elevações relevantes, em razão da sobre oferta global.

Com a alta no mercado doméstico, o preço interno de produtos de aço está em média 20% acima dos preços internacionais, ante uma média de 40% registrada no ano passado.


Fonte DEPEC – BRADESCO Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco (DEPEC – BRADESCO)

O que diz o governo Brasileiro

A meta do governo é universalizar a economia brasileira. Para isso lançou o Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que está, abrindo 34 oportunidades de concessões em aeroportos, rodovias, ferrovias, energia, óleo e gás.

“Nós estamos abrindo e universalizando o mercado brasileiro na convicção de que, para combater o desemprego e, portanto, fazer o País crescer, você precisa incentivar a indústria, incentivar o comércio, os serviços, o agronegócio. E, ao mesmo tempo, é preciso também restabelecer a confiança”, disse Temer.

Para o próximo ano, o governo prevê um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida)                                 de até R$ 139 bilhões em suas contas - O rombo fiscal deste ano de 2016 é estimado para R$ 170,5 bilhões de reais.

Fonte.: G1 ECONOMIA e Planalto – Presidência da Republica

A INDUSTRIA

O setor industrial vê as medidas com grande esperança de crescimento e grandes negócios. A Meta Central de Serviços atua na gestão de grandes obras industriais há mais de 20 anos por todo Brasil e no exterior.

A empresa possui relação direta com o desenvolvimento nacional acompanhando e torcendo por toda a evolução do país e acredita na retomada de crescimento.

 

Imprimir
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS
Gestão que é pau para toda obra

Em 18 de maio de 2012 às 20h44

Metasys Transportes diminui custos na CSA e contribui para mobilidade urbana

Em 12 de outubro de 2014 às 14h43

Take 1